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Alvo Ofumane

Alvo Ofumane

Virgindade ou Eharussi, em língua emakhuwa é um dos mais antigos legados de pureza das raparigas que posteriormente se tornam mulheres, depois de um casamento “condigno”, que consiste no pagamento de um dote de insumos ou dinheiro aos pais da noiva, que é simbolismo de aceitação ou permissão dos pais da noiva ao noivo e sua família, a possuir a noiva como sua esposa. Esta cerimónia, que quase se assemelha ao lobolo praticado no sul do país, é designada Mahari, uma palavra de origemÁrabe, o que demonstra a origem desta prática cultural na Ilha de Moçambique.

Mukakatsuco ou mukakatsa é o nome de um prato tradicional dos povos do Cabo São Sebastião, no distrito de Vilankulo, província de Inhambane. O mesmo é preparado à base de feijão nhemba e farinha de mandioca seca.

terça-feira, 15 setembro 2020 22:55

Mussiro

O Mussiro ou N'ssiro, em língua emakhuwa é um creme tradicional extraído do caule da planta homónima. De nome científico Olax dissitiflora, da família das Olocaceae terá começado a ser usado a partir do século X, sobretudo nos distritos costeiros da Ilha de Moçambique, Angoche, Moma, Mossuril.

Sereia ou sirena é uma figura presente na crença local do povo de Magaruque referindo-se a uma representação feminina que vive nas águas do mar, capaz de enfeitiçar os homens para junto delas. Na região de Magaruque as sereias são conhecidas por njhonji.

terça-feira, 15 setembro 2020 22:35

Rio dos Bons Sinais: O rio das Esperanças

Caminhar sobre as ruas quentes da cidade de Quelimane sem ter que passar pela avenida Marginal, uma rua que se situa na margem norte do histórico “rio dos bons sinais” é como ler um livro sem ter apreciado a “introdução”, pois, da margem norte do rio dos bons sinais, é o Rio dos Bons Sinais que introduz geograficamente a cidade de Quelimane.

Khalango, Galango, Guicalango, ou Nikhalago, dependendo da região, é nome da panela de fabrico caseiro com base no barro ou argila, cuja origem remonta desde os tempos da expansão dos povos Bantu (povos habitantes da região sul do Sahara , por volta do segundo milénio antes de Cristo).
Fizemos uma viagem até à, ao encontro damamã Celeste, acompanhados pelo chilrear dos pássaros que de árvore em árvore pousavam, transmitindo-nos mensagem de boas vindas.

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